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Galaxy Tab S4, notebook Android ou tablet? [Análise / Review]

24:41 | Por Adriano Ponte | 03 de Dezembro de 2018
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Samsung

Infelizmente, poucas fabricantes toparam continuar no mercado de tablets para 2018, deixando o usuário comum refém de duas opções: Apple ou Samsung, dividindo as escolhas entre o iOS (com sua visão de interface para tablets) e o Android (sempre mudando como lidar com telas maiores, ficando por conta das fabricantes decidirem como lidar com esse tipo de produto).

Aqui falaremos mais sobre o Tab S4 que traz o modo DeX para o universo dos tablets pela primeira vez, sendo a resposta da Samsung para um dos possíveis futuros dos tablets Android.

CONSTRUÇÃO, DISPLAY e MULTIMÍDIA

Durante nosso período de testes com o Tab S4 utilizamos um acessório original do tablet quase todo o tempo: a capa teclado da Samsung para o modelo, que não está inclusa no KIT inicial do Tab e custava cerca de R$ 600 na data desta análise.

O motivo pela escolha em atrelar nossa percepção do Tab S4 ao acessório é justamente o entendimento da Samsung sobre o modelo, onde pode-se notar que falam de um “substituto ocasional para notebooks”, dando um gás na produtividade de quem utilizar o tablet em suas tarefas.

Fora isso, temos uma capa protetora que fecha-se sobre o Tab S4, podendo ser aberta e colocada para trás (ou) utilizada como uma espécie de conversível ao melhor estilo Surface/iPad Pro; removê-lo da moldura flexível também é uma opção para ter apenas um “tablet” em mãos, como é de se esperar.

Focando no S4 “nu” temos um tablet de aproximadamente 23cm x 16,5cm com 7.1 mm de espessura, uma peça tão grande (que deve ir para sua mochila e tudo mais) com uma enorme traseira de vidro, deixando o metal apenas  para a moldura do aparelho; isso é inesperado para um produto “enorme” que tem o propósito de andar por aí, transportado pelo usuário.

Na frente do tablet podemos notar outra coisa: Ele representa um ganho de área útil em relação ao Tab S3 (dispensando as teclas físicas e diminuindo as bordas), praticamente mantendo o mesmo corpo com mais tela, mas ainda assim existem mudanças (tanto é que os acessórios de capa do S3 não são compatíveis com o S4).

O peso do Tab S4 sozinho é de 483g, porém deve-se adicionar na conta pouco mais de 364g para a capa teclado, aproximando um pouco esse conjunto da marca de 1kg caso o usuário queira a experiência completa, e nisso incluímos a caneta “S Pen” (que pesa 9g, e possui tamanho real de uma caneta, diferente do que esperamos para as “S Pen” que podem ser encaixadas dentro de outros tablets/notes da Samsung). Essa sim vem inclusa no KIT inicial do Tab S4 e estará presente com o usuário desde o dia zero, contando com tudo que já é conhecido nas funções “S Pen” da Samsung para desenho e escrita com sensibilidade de pressão e afins, sendo a caneta totalmente passiva (em termo de energia), portanto não precisa de carregamento ou baterias. Seu botão lateral opera como outras “S Pen” passivas, alterando a forma de interação da ponta com a tela, nada mais.

Se você pensou que seria interessante contar com um “canetão” para interagir com o Tab S4 em termos de conforto e ergonomia, acertou em cheio: é muito bom manusear o item, sendo precisa e confortável toda a escrita e interação com o tablet nos modos “notebook” e “normal”, havendo o detalhe da caneta não rolar pela mesa (pois há um apoio de metal para isso na lateral). É simplesmente perfeito… até que você tente guardar a caneta em algum lugar, e colocá-la dentro do tablet não é possível, afinal falamos de uma “S Pen” em tamanho natural de caneta, e não uma versão miniaturizada como estamos acostumados.

A resposta pode parecer óbvia: “coloque a caneta no suporte que fica anexado ao teclado”, mas infelizmente não é uma solução inteligente; a posição é uma das piores possíveis, atrapalhando o posicionamento das mãos para digitar e deixando a caneta à mercê do desencaixe dessa “tampa” que segura a “S Pen” na capa teclado, afinal este pequeno suporte pode ser removido com facilidade (ou mesmo um esbarrão ocasional), dando chance ao destino para que seu acessório caia e perca-se no carro, trem, avião ou seja lá o que for. Essa é nossa única crítica sobre essa “S Pen”: um acessório magnífico que sabe-se lá onde você carregará sem perder.

Ocupando quase 80% do corpo do tablet temos uma tela “Super AMOLED” (10.5"), rodando em 1600 x 2560 (16:10) fechando em ~287 ppi de densidade, números proporcionais ao aparelho.

Como já conhecido por parte da Samsung em painéis AMOLED, temos uma tela com cores vivas, detalhes de sobra e níveis de brilho excelentes. Não temos o que acrescentar aqui além de tudo que já positivamente enumeramos em análises do Canaltech quando tratamos de painéis AMOLED da empresa, que continuam sendo uma das melhores opções do mercado.

Nossa única objeção é a falta de um modelo maior do Tab S4 para quem prefere uma tela acima das 10.5", afinal usuários com intenção de migrar para o tablet vindos de uma rotina baseada em notebooks provavelmente estarão acostumados com algo entre 12” e 13”.

Ao redor da moldura do Tab S4 temos a pista de que sua experiência sonora é boa, sendo inegável a diferença entre ouvir a mesma música nele ou num smartphone; são 4 alto-falantes estéreo (que corrigem a direção do som de acordo com a orientação vertical ou horizontal do tablet) tendo eles um toque da AKG/HARMAN (em conjunto com o) suporte Dolby Atmos que permitem esse upgrade de som quando comparamos o Tab S4 com praticamente qualquer reprodução sonora de smartphones. A nota aqui é: não comparamos o Tab S4 com uma caixa de som bluetooth externa, apenas com aparelhos celulares comuns.

Por mais que seja uma experiência boa e nítida, ainda falamos de alto falantes compactos e com tendência ao som “flat”, sem graves e nivelado para saídas de som reduzidas. Podemos dizer que é um meio termo entre um som de “celular” e uma caixa de som dedicada, entregando uma experiência sólida para quem pretender consumir filmes ou música no aparelho, porém sem exageros em dizer que isso substitui bons fones de ouvido ou afins, seja esse uso pela saída de 3.5mm do tablet ou via Bluetooth mesmo.

Saindo do conector de áudio e observando a parte de baixo do Tab S4 temos um conector USB-C para carregar o aparelho e naturalmente conectar o modelo aos acessórios e adaptadores que dão passos além do que apenas o tablet entregaria, indo desde armazenamentos externos, “hubs” e até um adaptador HDMI para utilizar numa TV ou monitor externo as funções “quase desktop” que o S4 oferece.

Mas esta não é a única conexão útil no aparelho; na lateral do Tab S4 temos seus conectores (magnéticos) tipo POGO para dar ligação aos acessórios específicos do modelo, sendo um deles já apresentado aqui (a capa teclado), dispensando a necessidade de outro tipo de conexão ou pareamento além do contato com essa área do tablet, dando também passagem de energia por ali. Outro acessório para essa conexão POGO que estava disponível na data desta análise era o “dock” de carregamento do Tab S4.

E concluindo nossa investigação pelo corpo do S4, temos um scanner de íris na frente do tablet, uma péssima escolha para desbloquear o aparelho na horizontal (deitado), ainda mais ao lembrar que essa será provavelmente a posição mais usada do Tab. Não há leitor de impressões digitais, então cabe ao usuário desativar o recurso (ou) deslocar-se para tentar alinhar os olhos com o canto do tablet para realizar a leitura toda vez que for utilizar o aparelho.

ESPECIFICAÇÕES, USABILIDADE e DESEMPENHO (e DeX)

Dentro do Galaxy Tab S4 temos o Chipset Qualcomm Snapdragon 835, com destaque para:

  • CPU Octa-core (4x2.35 GHz Kryo & 4x1.9 GHz Kryo)
  • GPU Adreno 540
  • 4 GB RAM
  • 64 GB ROM (+ microSD)

Durante nosso período de testes a versão do Android do tablet era a 8.1 (Oreo), com a customização da Samsung sobre a interface (e) suporte ao modo DeX (Desktop Experience) tanto para conexões do tablet via HDMI em monitores externos (ou) de forma nativa, sem acessório algum (dispensando até mesmo a capa teclado).

A única versão do Tab S4 comercializada em solo brasileiro pode ser tratada como um "telefonão" em conectividade (sem pegadinhas de "opcionais"), tendo obrigatoriamente suporte para chip 4G/GPS/Wi-Fi/Bluetooth (etc), indicando a total mobilidade do aparelho.

Porém temos algumas críticas (e elas não existiriam caso a natureza do Tab S4 fosse outra); a primeira delas é a decisão da Samsung em não trazer a versão do Tab S4 com 6 GB RAM + 256 GB para o Brasil, deixando “hard users” que pretendem centralizar o trabalho no dispositivo presos aos 64 GB ROM (e sabemos que não são todos os aplicativos e fluxos de trabalho podem utilizar cartões microSD), logo seria óbvio oferecer a versão com mais memória interna e RAM para o usuário; caso esse modelo chegue a ser vendido um dia no Brasil, nossa crítica estará naturalmente removida.

A segunda crítica fica por conta do Chipset Snapdragon 835, sendo que o Snapdragon 845 seria a natural escolha para um topo de linha lançado no final de 2018. Não entendemos a escolha da Samsung, principalmente pelo foco multitarefa do tablet, pareando um processador “menos topo de linha” com 4GB de RAM; não é lento, não é fraco… mas para os padrões de 2018 (e pelas configurações dos Galaxy S9 e Note 9) fica estranho entregar uma geração anterior de CPU/GPU e não avançar para 6GB de RAM ou mais.

Se quiser saber mais sobre o desempenho do Galaxy Tab S4, recomendamos que consulte nossa análise do Galaxy S8 (ou) Galaxy Note 9 lançados em 2017 (pois ambos contam com a mesma potência do Tab S4 e deixam claro que falamos de hardware forte, mas do ano passado).

Samsung DeX. Esse recurso não é novidade, mas é a primeira vez que um tablet da marca traz suporte ao modo “desktop” do Android pela visão da Samsung. Num resumo grosseiro, o Android muda para um launcher (área de trabalho) voltado para resolução mais alta, alinhando a central de notificações e os ícones das tarefas abertas para a parte de baixo, muito similar como o Windows 10 é hoje para nós.

Se tudo isso é possível num Galaxy Note 9 por exemplo (ao conectar o aparelho num cabo USB-C para HDMI), também podemos no Tab S4… porém imagina-se que quem opta por um tablet não pretende utilizar outra tela para fazer suas tarefas, e aqui temos provavelmente a maior função que coloca o Tab S4 como rival de um smartphone Android: ativar o modo DeX a qualquer momento, sem carregador conectado/base de resfriamento/cabo HDMI; nada disso é necessário, basta tocar no ícone “DeX” na barra de notificações e o tablet se transforma num PC Android.

O uso da capa teclado é opcional, e pode-se configurar o Tab S4 para virar “DeX” ao encaixar a capa (novamente, não é obrigatório). Caso você não tenha a capa um teclado virtual aparecerá quando necessário, mas nada do modo DeX ficará indisponível (é mero conforto ter ou não o teclado físico).

Naturalmente o usuário pode avançar o nível do “DeX” com mouses e teclados (com ou sem fio) e HUBs para mais itens USB serem conectados, abrindo mais possibilidades ao modo desktop do Tab S4.

Mas afinal, é como um PC/Notebook? Seus APPs são outros quando entramos no modo “DeX”? Não e não; ainda falamos de Android, logo nada de Overwatch, Steam, Premiere, Vegas, Final Cut (e todos os outros programas que necessitam ou de Windows ou macOS). Caso existam versões Android dos programas que você usa no PC ou mac, é com esses APPs que você trabalhará.

Quando você muda o Tab S4 para o modo “DeX” tudo que estava instalado ou rodando continua sendo a mesma coisa, a diferença fica por conta da escala das janelas (que fica mais densa, ideal para multitarefa) e a capacidade forçada do sistema sempre abrir qualquer aplicativo no modo paisagem, “deitado”, para que você nunca tenha que girar o tablet entre duas tarefas (exatamente como não é necessário ao usar um notebook). Dois exemplos são o LinguaLeo e o Instagram (que não foram desenhados para rodar em tablets, especialmente na horizontal); com o modo DeX ativado é perfeitamente possível atropelar essa limitação para praticamente qualquer aplicativo, criando consistência no ambiente Android para tablets.

Caso você tenha pensado que isso é a mesma coisa que o multitarefa nativo do Android, saiba que não; o próprio Instagram é um exemplo de que só o modo DeX consegue de fato “dar janelas” e multitarefa para APPs limitados como esse (que impedem a divisão de janelas nativa, fora do modo DeX). Na prática o usuário pode operar apenas no modo “DeX” indefinidamente, afinal ainda é Android e segue com todas as funções do sistema.

Qual editor de texto o “DeX” usa? Qualquer um da loja do Android (e que você já usa no smartphone). Qual editor de imagens? Qualquer um que você já use… e assim por diante. Quem já resolve boa parte de suas necessidades através do smartphone terá no Tab S4 uma tela bem maior para isso tudo, com adicional de todos os APPs abrirem em janelas (ou) tela cheia de acordo com sua vontade e necessidade, sempre contando com uma barra de tarefas e atalhos como o Windows já entrega a tanto tempo. Esse é um “notebook Android” de verdade.

Dá para trocar um PC pelo Tab S4 e seu modo “DeX” nativo? Provavelmente não, afinal a resposta é: se você não consegue resolver uma coisa pelo Android, não conseguirá pelo “DeX”. Pense na seguinte pergunta: meu celular com tela maior, janelas flutuantes e teclado dedicado me faria não utilizar meu PC hoje? Se a resposta for sim, o “DeX” substitui um notebook para você. Quem trabalha com documentos pelo Google Docs o dia todo e precisa do acesso ao navegador, email, agenda e APPs pontuais provavelmente consegue migrar para o Tab S4 no lugar de um notebook para tudo isso.

BATERIA

Dentro do Tab S4 temos 7300 mAh de bateria com suporte ao carregamento rápido (dando ao tablet menos tempo de tomada, porém tenha em mente que uma bateria tão grande ainda assim leva entre duas e três horas para uma “carga rápida” completa).

Se você achou 7300 mAh muita coisa, de certa forma acertou. Em nosso tempo de teste com o modelo não conseguimos drenar toda a bateria do Tab S4 durante um dia inteiro de trabalho com o aparelho; vale notar fizemos a troca de um notebook pelo Tab S4 para o trabalho de pesquisa e redação rotineiro daqui do Canaltech.

Em média conseguimos (no modo DeX e normal) passar das 10 horas de uso contínuo com facilidade nos testes de descarga do tablet, colocando o S4 como opção de alta duração para quem precisa de um aparelho longe da tomada durante longas jornadas de uso (ou) consumo de multimídia para longas viagens e afins; preferimos apontar as 10 horas de média do Tab S4 como resultado pois é um número que atingimos de forma consistente, mas vale a nota de que é possível acrescentar mais tempo nessa marca dependendo da forma como o usuário consumirá mídia (online, offline, resolução do conteúdo, etc), porém essas variáveis não dariam um resultado aplicável para a maioria, e optamos por frisar a média de 10 horas, perfeitamente praticável.

Ainda como nota de “usos diferenciados”, é possível cortar pela metade o tempo de bateria do Tab S4 em esforço extremo, portanto se você tem o passatempo de rodar benchmarks continuamente por pura diversão… vai matar o S4 em 5 horas apenas.

CÂMERAS

Certo, sabemos perfeitamente que em tablets é quase absurdo falar de câmeras, mas fica aqui a anotação que há uma unidade de 13MP na traseira (vídeos em [email protected]) e outra unidade de 8MP na frente (vídeos em [email protected]).
As imagens são comparáveis aos resultados de smartphones intermediários da Samsung e fazem bem seu trabalho em condições ideais de luz, nada mais.

VALE A PENA?

Na data de publicação desta análise o Galaxy Tab S4 podia ser encontrado no mercado brasileiro pelo faixa de preço entre R$ 3000 ~ R$ 3500 (de acordo com a loja, forma de pagamento e afins), lembrando que a capa teclado não está inclusa nesse valor, como já avisamos nesta análise, sendo este o preço apenas do Tab S4 + sua “S Pen” em tamanho real.

Por esse preço é complicado dizer que o Tab S4 seja uma excelente opção, afinal ele custa o preço de um notebook de qualidade (e) não traz seu principal acessório para que seja utilizado dessa forma, criando uma bolha de custo para quem sempre teve vontade de utilizar a plataforma Android e seus APPs com longa duração de bateria na forma de um notebook portátil; vale esperar uma promoção, desconto fixo e afins para deixar o Tab S4 mais equiparado ao preço dos Chromebooks que estão à venda por aí, itens que de certa forma fazem o que o Tab S4 se propõe (com seus “prós” e “contras”, naturalmente).

Como não existem opções de peso por parte das outras fabricantes Android no segmento de tablets (onde é seguro dizer que apenas a Samsung oferece opções nacionais de alto desempenho nesse segmento) temos o Tab S4 como melhor tablet Android de 2018, porém cobrando caro por isso sem entregar todos os acessórios que de fato o tornam “o melhor” de sua categoria; pelo preço atual do aparelho seria interessante que houvesse mais memória interna e mais RAM, garantindo mais sobrevida para quem busca utilizar uma máquina dessa por alguns anos sem perdas de desempenho.

E caso você esteja se perguntando, não gostamos nem concordamos com a opção do Chipset Snapdragon 835 para essa faixa de preço, afinal pagar por um Galaxy S9 e receber um Galaxy S8 é no mínimo frustrante, mesmo que nenhum dos dois seja abaixo de “topo de linha”.

Se você tem um bom dinheiro e sempre quis um notebook Android, vá em frente (afinal o Tab S4 tem um modo DeX muito mais maduro, independente, perfeitamente utilizável e que pode ser melhorado com o tempo, além de ser um tablet Android perfeitamente normal com suporte a “S Pen”, conhecida de tantos outros modelos Samsung pela suas funções e precisão).

Agora, se você não tem grana sobrando e acha “curioso” um tablet Android custar tanto quanto um computador com Windows, espere até que o preço do Tab S4 dê uma nivelada e fiquei mais interessante para compra, afinal tablet é interessante e cumpre sua proposta, deixando de ser um item experimental para de fato abrir um novo segmento de produtos, assim como os primeiros Galaxy Note fizeram alguns anos atrás.

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